Primaveras
São tantas primaveras... Primaveras, no plural mesmo. Para ser exata, vinte e seis. Um enredo de histórias, conquistas, erros, aprendizados, amor, amor e amor. Por Deus, pela vida, pela família, pelos amigos, pela profissão... Vinte e seis anos se passaram desde o dia 27/09/1985. Da menina que acreditava em finais felizes, resta a esperança de que isso exista sim. Não do jeito ilusório que me ensinaram, mas de um modo real, concreto, construído diariamente: um início feliz. A garota idealista e sonhadora que esperava ansiosamente pelo futuro o vê chegar devagar, pouco a pouco instalar as bagagens, apresentar as lições, recolher os medos e as incertezas passadas e listar tantos outros (que compõem esse edifício inacabado). Várias coisas vividas até aqui e muitas por viver. Muitos sonhos orbitam essa mente, afinal, sem eles não se pode prosseguir. É preciso ter objetivos e lutar para que eles se realizem. Olho para mim aos vinte e seis anos e percebo o quanto ainda preciso aprende...